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Justiça eleitoral aceita denúncia de força-tarefa do MPSP contra Alckimin
Foto: Divulgação / MP

Justiça eleitoral aceita denúncia de força-tarefa do MPSP contra Alckimin

A partir de agora, Alckimin é réu e acusado pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral, corrupção e lavagem de dinheiro

31 de julho de 2020 Última atualização: 17:48
Por Da Redação

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A Justiça Eleitoral de São Paulo aceitou a denúncia contra Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, Marco Antônio Monteiro, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Luiz Antônio Bueno Júnior, Arnaldo Cumplido de Souza e Silva, Maria Lúcia Guimarães Tavares, Alvaro José Gallies Novis, Sebastião Eduardo Alves de Castro, Fernando Migliaccio da Silva e Luiz Eduardo da Rocha Soareso.

A partir de agora todos eles são réus na ação ajuizada pela força-tarefa do MPSP em que são acusados pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral, corrupção e lavagem de dinheiro. A decisão é do juiz Marco Antonio Martin Vargas, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo.

A investigação surgiu da colaboração premiada de executivos da Odebrecht. Três delatores disseram, em depoimento, que repassaram R$ 11,3 milhões às campanhas eleitorais de Alckmin ao governo de São Paulo em 2010 e 2014. Os promotores eleitorais afirmam que as transferências ocorreram via caixa dois, porque, como tinha contratos com o governo na época, a empreiteira estava impedida de fazer doações eleitorais.

O MPSP afirma que os pagamentos faziam parte dos planos da Odebrecht de manter e ampliar as relações com o governo de São Paulo e que a empreiteira tinha interesse em obras viárias e em projetos de transporte, especialmente do metrô e do monotrilho.

Fonte: MPSP

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