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Após quatro meses, desaparecimento de adolescente continua um mistério em São Sebastião
Foto: Arquivo pessoal

Após quatro meses, desaparecimento de adolescente continua um mistério em São Sebastião

Giovana Bertholdi sofria de depressão e tomava remédios controlados

20 de abril de 2019 Última atualização: 10:15
Por Reginaldo Pupo

O desaparecimento da adolescente Giovana Bertholdi, de 16 anos, ocorrido em 18 de dezembro do ano passado, completou quatro meses na última quinta-feira, 18, e continua um mistério para familiares e para a polícia, que até o momento não conseguiu obter nenhuma pista sobre o sumiço da jovem, que sofria de depressão e usava medicamentos controlados.


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Giovana estava em casa no dia de seu desaparecimento e após uma possível discussão com a mãe Caroline Bertholdi, pelo telefone, saiu sem dinheiro, celular e documentos, trajando apenas um vestido preto florido e descalça. Mãe e filha moram em cidades diferentes. A mãe nega a discussão.

A adolescente teria sido vista pela última vez, na tarde daquele mesmo dia, caminhando pela praia do Arrastão, a poucos metros do bairro onde mora, o Pontal da Cruz. Somente três dias após o desaparecimento, uma força tarefa criada pela Guarda Civil Municipal e Polícia Militar vasculhou todas as praias da região central, encostas e trilhas, sem conseguir qualquer pista sobre o paradeiro da jovem.


Trotes

Desde a data do desaparecimento, a família vem recebendo diversas ligações sobre possíveis pistas da localização da adolescente, mas a maioria das ligações não passou de trotes, o que aumenta a angústia dos familiares e principalmente dos dois irmãos de Giovana. A polícia trabalha com a possibilidade de a adolescente ter recebido cobertura de outra pessoa para fugir, já que saiu sem dinheiro de casa.

A Polícia Civil de São Sebastião emitiu um alerta nacional para que todas as polícias fiquem atentas a todas as jovens que possuem as características da Giovana. A delegacia seccional chegou a receber informações de que a jovem estaria em outras cidades do estado de São Paulo e de Minas Gerais, mas as informações não foram confirmadas.

O sigilo telefônico de Giovana foi quebrado. A polícia teve acesso a diversas conversas que ela teve com seus contatos, nas redes sociais e com grupos em aplicativos de conversa, mas não encontrou nenhuma evidência que pudesse levar ao paradeiro da jovem. Alguns diálogos, no entanto, haviam sido apagados.

A polícia solicita a quem tiver informações sobre o desaparecimento da adolescente, que entre em contato por meio do telefone 181. O informante não precisa se identificar. Em São Sebastião, as informações podem ser passadas para os telefones 153 (Guarda Civil Municipal) ou 199 (Defesa Civil).

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