Réus do caso Baccará serão submetidos a júri | Sistema Costa Norte de Comunicação
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Lucas Martins, 21, foi espancado em julho de 2019 por seguranças do Baccará
Lucas Martins, 21, foi espancado em julho de 2019 por seguranças do Baccará Foto: Reprodução

Réus do caso Baccará serão submetidos a júri

Envolvidos serão julgados pelo homicídio qualificado de Lucas Martins de Paula, 21

19 de outubro de 2019 Última atualização: 17:27
Por Da Redação


O juiz Alexandre Betini decidiu na última quinta-feira, 17, que os quatro réus do caso Baccará serão submetidos a júri pelo homicídio qualificado do estudante universitário Lucas Martins de Paula, morto aos 21 anos.


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Lucas estava no 4º ano de engenharia e, na madrugada de 7 de julho de 2018 contestou o valor de sua comanda na casa noturna e foi espancado pelos seguranças. O rapaz permaneceu por 22 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Santos, mas não resistiu e morreu.


Na última decisão, o juíz reconhecer haver indícios suficientes contra todos para a realização do julgamento popular. O empresário Vitor Alves Karam, de 33 anos, ex-dono da antiga casa noturna Baccará está entre os quatros réus. Ele ficou foragido e foi capturado pela Polícia Militar em 17 de julho de 2019.


Além de Vitor, serão julgados Anderson Luiz Pereira Brito, de 47, chefe da segurança do estabelecimento; e os seguranças Thiago Ozarias Souza, de 30 anos, e Sammy Barreto Callender, de 35. Caso sejam condenados, a pena pode variar entre 12 e 30 anos de reclusão.


Entenda o caso


Em 7 julho de 2018, por volta das 3h30, o estudante de engenharia elétrica, Lucas Martins de Paula, foi agredido dentro da casa noturna, localizada na rua Oswaldo Cochrane, após reclamar da cobrança indevida de R$ 15 em sua comanda. O rapaz foi internado na Santa Casa de Santos e, após 22 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), não resistiu ao quadro grave.


Quatro pessoas foram indiciadas pelo crime: os seguranças Thiago Ozarias Souza e Sammy Barreto Callender, que agrediram a vítima; e Karam e o chefe da segurança Anderson Luiz Pereira Brito, que ficaram olhando e nada fizeram para impedir. 

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