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Você frente a frente com o vírus
Foto: Divulgação

Você frente a frente com o vírus

Desafios vividos hoje, poderão ser ainda maiores no pós-pandemia

02 de junho de 2020 Última atualização: 09:53
Por Da Redação

Os grandes problemas de curto prazo que o país enfrenta não estão nem nas decisões do Supremo, nem nas reportagens de jornais impressos e telejornais. Estão na pandemia do coronavírus e no desemprego, gigantesco, e agravado por ela.

O grande problema de longo prazo, também não tem relação com STF, Folha ou Jornal Nacional. Está na educação, única escada possível para subirmos de patamar a renda e a qualidade de vida.

Assim, vamos começar essa conversa diária com você, leitora / leitor, sobre pandemia. Mas por um ângulo diferente. Um ângulo que pode dar a você elementos novos para pensar na atitude a tomar diante do vírus.

Até o final de maio, a Baixada Santista tinha 8351 casos de Covid-19 confirmados. Chorava a morte de 436 pessoas. É como se dois aviões só com passageiros daqui tivessem caído e não houvesse sobreviventes.

Os estudos, brasileiros e internacionais, mostram que para cada caso confirmado, há pelo menos outros 7. A maioria dessas pesquisas gira em torno de 10 infecções para cada confirmação. Uma pela dificuldade de testar muitas pessoas. Outra porque muitos infectados permanecem assintomáticos.

Metade daqueles que confirmaram a doença, em nível mundial, já se curaram. Na Baixada Santista essa parcela é um pouco maior.

 Então são mais ou menos 80 mil infectados na Baixada Santista. De cada 100 moradores daqui, 4 ou 5. 2 ou 3 ainda estão transmitindo o coronavírus. Assim, preste atenção: quando você sai na rua, de cada 100 pessoas com quem cruza, duas ou três podem contaminar você. Se você usa a máscara, e essas pessoas também, o risco se reduz. Se houver aglomeração, proximidade, mesmo com máscara o risco aumenta.

E aí tem botões de elevador, maçanetas, caixas automáticos, corrimões, dinheiro, produtos que você leva ou recebe em casa. Se usar álcool em gel, detergente e sabonete, em absolutamente todas as vezes em que lidar com eles, praticamente elimina o risco. Um único descuido pode ser fatal.

Tem solução: só sair quando precisa (com flexibilização ou não), evitar a proximidade de outras pessoas, usar a máscara e ter a paciência para fazer a sanitização em todas as ocasiões. É chato e sacrificado. Mas pode significar a própria vida e a vida de outras pessoas.

Simples assim.

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